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quinta-feira, 21 de julho de 2016

Terapia Ocupacional para Adultos

                                   Introdução

 O Terapeuta Ocupacional é um profissional da área da saúde que trabalha com o uso de atividades no tratamento.
           Os serviços  de T.O são indicados para prevenir incapacidades, atraso no desenvolvimento bem como melhorar o desempenho funcional da pessoa. 

As adaptações do espaço físico, utensílios e mobiliários bem como auxiliar o paciente ou seus familiares no treinamento para o uso de órteses são recursos utilizados se necessário for.

A proposta da T.O para as pessoas com sugere várias vertentes e intervenções que variam de acordo com o estágio de desenvolvimento que se encontra a pessoa e o nível de comprometimento e capacidades individuais. Neste sentido o Terapeuta Ocupacional pode aplicar e conduzir seus atendimentos por meios de métodos e técnicas que não incluam o uso permanente de atividades.






Entrevista com a Terapeuta Ocupacional Ana Carolina


               1 -    Quais são as patologias mais atendidas em adultos?
               Acidente Vascular Cerebral (AVC)

2-      Qual é a importância da Terapia Ocupacional na reabilitação de Adultos?
  Fundamental para auto estima e retorno das atividades do dia a dia (AVD = Atividade de vida diária e AVP = Atividade de vida prática).
    3-      Qual a importância da família neste processo?
    Extrema importância, pois a família orientada contribui muito para o treino das atividades e exercícios realizados em terapia (Restrita em 1 dia por semana em alguns casos).
    4-  Há resistência dos pacientes ao tratamento? Como lidar com essa situação?
     Em alguns casos sim, principalmente quando o usuário encontra-se depressivo e desmotivado, não acreditando na própria recuperação. Neste momento é importante contar com a participação da família, na  tentativa de criar situações que lhe traga prazer e bem estar. Como por exemplo: assinar um documento sozinho e não ter que ser visto pela sociedade como ANALFABETO.

      5-   A Colaboração do paciente ajuda no sucesso do tratamento?

     Sem dúvida que com a colaboração do usuário muda e ajuda bastante no processo de reabilitação. Geralmente quando este é participativo e cooperativo, em alguns casos alcançamos alguns objetivos de médio prazo e bom prognóstico em casos de lesões menores e reabilitação precoce.
6- Quais são as grandes satisfações do seu trabalho?

É acompanhar o esforço e o avanço na terapia junto com o usuário e familiares, alcançando os objetivos do tratamento.  É muito compensador vê o usuário participando de atividades de vida diária (AVD) e de atividades de vida prática (AVP), mesmo que em alguns casos necessitam de auxílio.

7- Você acha importante ter lugares destinados para adultos onde possam  fazer o tratamento de Terapia Ocupacional ?

Sim. É fundamental ter um espaço para a Reabilitação de adultos o quanto antes em terapia, mas rápido serão orientados em retornar as atividades de AVD e AVP. Retornar a vida social, em passeios, etc.   

       8- Como trabalhar o usuário que chega desacreditado e fazê-lo perceber que é capaz de executar as tarefas cotidianas ?

É importante fazer com ele tenha vontade de querer "doar-se" e provocar a mudança dentro de sua cabeça. Não podemos perder a fé em dias melhores.

9- Qual foi o caso mais desafiador durante sua carreira de  Terapeuta Ocupacional?

Uma adolescente bastante grave, porém andando com auxílio e o cognitivo muito comprometido. Depois que a responsável foi orientada, a mesma conseguiu realizar o ato motor de segurar o talher e levar a comida a boca.
 
10- Por que o trabalho de T.O para adultos, não teve o merecido destaque?

Depende, cada centro de reabilitação tem uma especialidade; deste modo pode ser de: estimulação precoce, criança, adulto e idoso. Em todas as etapas no processo de reabilitação, sendo este bebê ou adulto, sempre será possível somar e adquirir aprendizado, seja este motor ou cognitivo. E principalmente nas atividades de vida diária, atividades instrumentais, escrita, adaptações e gerir dinheiro ou administrar a própria medicação. Enfim, em algumas das atividades supra citadas haverá a necessidade de um terapeuta para facilitar neste processo.  


11- Como lidar com o usuário que procura o serviço de T.O, em busca de um novo recomeço? Diante desta situação como agir perante as expectativas criadas por este usuário?
    
      Muito tranquilo este processo. O usuário passará por uma avaliação onde será mensurado as dificuldades e algumas atividades que ele tem vontade de fazer no dia a dia. Logo o terapeuta irá iniciar o tratamento com aquelas questões apontadas na avaliação como relevantes e que tem importância para o mesmo. Deste modo o T.O irá elaborar um plano terapêutico que nortearão o processo de reabilitação.


12- Você acha  que o usuário ao deparar com uma terapeuta que acredita na reabilitação, isso estimula uma melhor resposta ao tratamento?

     Sem dúvida. Quando o terapeuta acredita, todo o processo de reabilitação tende a fluir melhor. Principalmente com aqueles que tendenciam ao negativismo ou quadro depressivo. Todos tem um potencial á desenvolver basta acreditar e lapidar mesmo que o caminho seja longo e com obstáculos para serem ultrapassados.
 

                 MINHA EVOLUÇÃO


A GISELE apresentou na avaliação como queixa principal: algo que classificou como fundamental para a vida dela, á "escrita" e treino de AVD. Apesar do comprometimento motor a mesma apresenta muita força de vontade e adora desafios. Então iniciamos o treino de escrita com engrossador e já foi possível perceber uma mudança significativa porém com muito trabalho pela frente .
     Simultaneamente demos inicio ao treino de (AVD) Atividade de vida diária. Onde hoje a mesma consegue realizar o vestir e o  despir dos membros superiores sozinha com muito esforço e gasto energético, porém independente neste treino de vestuário de membros superiores.








Evolução da minha grafia.



Atividades realizadas na T.O.

 

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

EM QUE POSSO AJUDAR?

 Muitos operadores de telemarketing não sabem como tratar uma pessoa com alterações na fala, pois no caso da paralisia cerebral algumas pessoas possuem dificuldade  em entende-los.
Eu mesma fui um exemplo deste despreparo e desrespeito com pessoas que possuem o diagnóstico de PC (Paralisia Cerebral).
Por ter uma fala fina em decorrência  dos espasmos que tenho, sendo estes fatores que podem contribuir para tornarem minha fala de difícil compreensão.
Certo dia fiz uma ligação para o atendimento ao cliente  de uma certa operadora.
Quando uma moça me  atendeu e disse, em que posso  ajudar ?
E aí comecei a explicá-la. Na mesma hora ela começou a falar que eu era uma criança, e que eu estava passando trote, e eu tentando explicar que queria tirar uma dúvida. Ela  retrucando e eu  bastante ofendida. Já me sentindo incomodada e desrespeitada desliguei o  celular. Achei que houve um despreparo e ao meu ver deveriam tentar entender a situação, ao invés  de me acusar.

Outros que também sofrem com esse despreparo são: as pessoas com síndrome de down, pessoas com sequelas pós AVC, entre outros que possuem dificuldades na articulação.

          Dicas  Para Melhor Compreensão Das Pessoas Que Possuem Dificuldades de fala

  •  Fale com calma  e tenha paciência;
 

  •   Não finja que entendeu. Se não entendeu o que foi dito, peça que repita pausadamente;

  • Já no caso de um P.C ficar nervoso (a), tente acalmá-lo;


  •     Escute e não  interrompa! Respeite o tempo de fala de cada um; 


  • Não complete as frases, isto dificulta o raciocínio.   




  

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Mouse Adaptado

- mouse adaptado existem vários modelos: mouse com cinco




botões, cada um deles faz o cursor andar para uma direção e o
 
último é o do click ou double click; mouse cujo movimento do

cursor acontece através de rolos; mouse de formato de caneta,



entre outros.

sábado, 25 de julho de 2015

ACREDITE!

O OLHAR CONFIANTE E A CONVERSA INTELIGENTE AO PÉ DO OUVIDO SÃO EXEMPLOS DE ARMAS CAMPEÃS NO JOGO DA SEDUÇÃO. NA CONQUISTA, A BELEZA PODE SER MERA COADJUVANTE, ASSIM COMO A CADEIRA DE RODAS PODE SIGNIFICAR APENAS UM DETALHE.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

OS OPOSTOS SE ATRAEM, MAS NO DIA É PRECISO DRIBLAR AS DIFERENÇAS

Há muito preconceito que gira em torno de pessoas com algum tipo de deficiência física. Nos relacionamentos acontece o mesmo e muita gente não percebe que alguém com deficiência não é impossibilitado de amar.
Em nossa sociedade, julgamos muito pela aparência física de alguém e os diferenciamos e os segregamos, como por exemplo, uma pessoa que é gorda, outra que é negra, outra que é budista, outra
que tem deficiência física, entre outros. Devemos levar em conta que determinada característica  não deve definir alguém.


Namorar uma pessoa que possua limitações e precise utilizar a cadeira de rodas para se locomover e que tenha seus movimentos mais reduzidos pode ser uma tarefa desafiadora e diferente. Mas o amor é o encontro de almas e não somente de corpos, quando há amor de verdade, as limitações se tornam pequenas e fáceis de serem contornadas. Não deixe de conhecer alguém que pode ser o príncipe (ou princesa) de sua vida, embora não venha em cima de um cavalo branco. Você pode estar deixando a felicidade passar e deixando de conhecer uma pessoa incrível somente pela sua condição física.racterística não deve definir alguém.
Namorar uma pessoa que possua limitações e precise utilizar a cadeira de rodas para se locomover e que tenha seus movimentos mais reduzidos pode ser uma tarefa desafiadora e diferente. Mas o amor é o encontro de almas e não somente de corpos, quando há amor de verdade, as limitações se tornam pequenas e fáceis de serem contornadas. Não deixe de conhecer alguém que pode ser o príncipe (ou princesa) de sua vida, embora não venha em cima de um cavalo branco. Você pode estar deixando a felicidade passar e deixando de conhecer uma pessoa incrível somente pela sua condição física.racterística não deve definir alguém.
Namorar uma pessoa que possua limitações e precise utilizar a cadeira de rodas para se locomover e que tenha seus movimentos mais reduzidos pode ser uma tarefa desafiadora e diferente. Mas o amor é o encontro de almas e não somente de corpos, quando há amor de verdade, as limitações se tornam pequenas e fáceis de serem contornadas. Não deixe de conhecer alguém que pode ser o príncipe (ou princesa) de sua vida, embora não venha em cima de um cavalo branco. Você pode estar deixando a felicidade passar e deixando de conhecer uma pessoa incrível somente pela sua condição física.racterística não deve definir alguém.
Namorar uma pessoa que possua limitações e precise utilizar a cadeira de rodas para se locomover e que tenha seus movimentos mais reduzidos pode ser uma tarefa desafiadora e diferente. Mas o amor é o encontro de almas e não somente de corpos, quando há amor de verdade, as limitações se tornam pequenas e fáceis de serem contornadas. Não deixe de conhecer alguém que pode ser o príncipe (ou princesa) de sua vida, embora não venha em cima de um cavalo branco. Você pode estar deixando a felicidade passar e deixando de conhecer uma pessoa incrível somente pela sua condição física.Namorar uma pessoa que possua limitações e precise utilizar a cadeira de rodas para se locomover e que tenha seus movimentos mais reduzidos pode ser uma tarefa desafiadora e diferente. Mas o amor é o encontro de almas e não somente de corpos, quando há amor de verdade, as limitações se tornam pequenas e fáceis de serem contornadas. Não deixe de conhecer alguém que pode ser o príncipe (ou princesa) de sua vida, embora não venha em cima de um cavalo branco. Você pode estar deixando a felicidade passar e deixando de conhecer uma pessoa incrível somente pela sua condição física.
Namorar uma pessoa que possua limitações e precise utilizar a cadeira de rodas para se locomover e que tenha seus movimentos mais reduzidos pode ser uma tarefa desafiadora e diferente. Mas o amor é o encontro de almas e não somente de corpos, quando há amor de verdade, as limitações se tornam pequenas e fáceis de serem contornadas. Não deixe de conhecer alguém que pode ser o príncipe (ou princesa) de sua vida, embora não venha em cima de um cavalo branco. Você pode estar deixando a felicidade passar e deixando de conhecer uma pessoa incrível somente pela sua condição física.


Namorar uma pessoa que possua limitações e precise utilizar a cadeira de rodas para se locomover e que tenha seus movimentos mais reduzidos pode ser uma tarefa desafiadora e diferente. Mas o amor é o encontro de almas e não somente de corpos, quando há amor de verdade, as limitações se tornam pequenas e fáceis de serem contornadas. Não deixe de conhecer alguém que pode ser o príncipe (ou princesa) de sua vida, embora não venha em cima de um cavalo branco. Você pode estar deixando a felicidade passar e deixando de conhecer uma pessoa incrível somente pela sua condição física.racterística não deve definir alguém.
Namorar uma pessoa que possua limitações e precise utilizar a cadeira de rodas para se locomover e que tenha seus movimentos mais reduzidos pode ser uma tarefa desafiadora e diferente. Mas o amor é o encontro de almas e não somente de corpos, quando há amor de verdade, as limitações se tornam pequenas e fáceis de serem contornadas. Não deixe de conhecer alguém que pode ser o príncipe (ou princesa) de sua vida, embora não venha em cima de um cavalo branco. Você pode estar deixando a felicidade passar e deixando de conhecer uma pessoa incrível somente pela sua condição






sexta-feira, 6 de março de 2015

Coisas que mais irritam os cadeirantes


  Pessoas insistentes

Quando estou andando pela rua sempre aparece aquela pessoa insistentemente caridosa que fica te oferecendo 200 mil vezes ajuda mesmo dizendo que não preciso.
Se não aceitei ajuda não é porque sou orgulhosa, é porque realmente não preciso.



Pessoas que me tratam como um bebê.

Não tem nada tão irritante quanto aquelas pessoas que te olham com olhar de dó( ou pior ainda falam com voz fina).


  "Qual doença você tem?".
Não sou doente, apenas tenho uma deficiência.
Sem mais.
"Coitadinha vai melhorar!"

Melhorar de que se não estou doente?

Será que as pessoas acham que por um passe de mágica vou sair andando?

Não, eu não vou!


Você não anda porque não tem fé " ou pior "Você não anda porque não quer".

Sério isso? Eu não ando porque não consigo não porque não quero.


Pessoas apoiadas na minha cadeira. Não sou cabide.

Não trate um(a) cadeirante como criança:

Esta certo que por estarmos sentados parecemos menores que o normal, mas gente não é criança. Vamos parar com esta história ai em pessoal, isso é muito chato, não fiquem falando no "inho", fale o português normal, não precisamos de diminutivo para te compreender, somos limitados fisicamente não mentalmente, mais como tinha dito alguns tem problemas mentais sim, mas nem todos.


Não nos olhem como se a gente fosse um ser de outro mundo:

Isso é chato, parece que a pessoa que nos olha assim se acha superior a nós por andarem, e na maioria das vezes isso acontece logo no primeiro contato com um 4 rodas, está certo que em alguns casos temos algumas deformidades no corpo por estarmos sentados, mais somos iguais a você, temos dificuldades motoras apenas isso.
.
Não queira saber mais sobre nossa situação do que nós cadeirantes :Esta dica vai para você que acha que sabe tudo sobre nós, vou dizer só quem sabe somos nós, pode parecer que isso tenha saído com um pouco de intolerância, não, não saiu, mais isso nos irrita muito, até mesmo familiares mais próximos fazem isso, tipo quando estamos mal sentado e falamos que estamos, as pessoas teimam em dizer que estamos bem sentados, mas só quem pode te dizer isso somos nós, se eu te disser que penso tal coisa sobre ser cadeirante, não tente me dizer que estou errada, porque só quem esta na pele de um cadeirante pode saber melhor que você que pensa que sabe. 

Não tirei suas crianças de perto de nos como fossemos um monstro ou coisa parecida :  isso é chato, pois vivemos isso constantemente em ambientes que tenha crianças, os pais não sei porque não deixam a criança se aproximar da gente, e chegam a falar coisas do tipo: "Sai dai que a tia vai te pegar". Pode ser que tenham medo que vá nos derrubar, mais não tenha medo se qualquer coisa nos deixe cair da cadeira ela não seria segura, mas ela é, e muito segura. Então aqui vai um recado a vocês pais, deixe as crianças se aproximarem, normalmente gostamos de crianças, e não fiquem inibindo seu filho de nos fazerem perguntas estranhas, gostamos disso e sempre iremos responder na boa e de uma forma que a criança nos entenda, relaxa ai gente, não faça a criança acabar tendo preconceito quando se tornar um adulto.



Uma das coisas que também me irrita é quando a pessoa não pergunta se quero ajuda e sai travando e destravando o freio da minha cadeira de rodas, ora , tudo bem que eu demoro, pois como eu só consigo usar a mão direita para executar esta tarefa, logicamente o fato da minha demora causará um desconforto em quem espera por isso peço, mesmo que você anseie ajudar alguém nestas condições , espere o cadeirante pedir ajuda!

quinta-feira, 5 de março de 2015

Como lidar com os cadeirantes

Como lidar com cadeirantes
 
Muitas pessoas que não possuem deficiência  ficam confusas quando encontram uma pessoa com deficiência. Isso é natural. Todos nós podemos nos sentir desconfortáveis diante do "diferente".
Esse desconforto diminui e pode até mesmo desaparecer quando existem muitas oportunidades de convivência entre pessoas deficientes e não-deficientes.
Não faça de conta que a deficiência não existe. Se você se relacionar com uma pessoa com deficiência  como se ela não tivesse uma deficiência, você vai estar ignorando uma característica muito importante dela. Dessa forma, você não estará se relacionando com ela, mas com outra pessoa, uma que você inventou, que não é real.
Aceite a deficiência. Ela existe e você precisa levá-la na sua devida consideração. Não subestime as possibilidades, nem superestime as dificuldades e vice-versa.
As pessoas com deficiência têm o direito, podem e querem tomar suas próprias decisões e assumir a responsabilidade por suas escolhas.
Ter uma deficiência não faz com que uma pessoa seja melhor ou pior do que uma pessoa não deficiente. Provavelmente, por causa da deficiência, essa pessoa pode ter dificuldade para realizar algumas atividades e, por outro lado, poderá ter extrema habilidade para fazer outras coisas. Exatamente como todo mundo.
A maioria das pessoas com deficiência não se importa de responder perguntas, principalmente aquelas feitas por crianças, a respeito da sua deficiência e como ela realiza algumas tarefas. Mas, se você não tem muita intimidade com a pessoa, evite fazer muitas perguntas muito íntimas.
Quando quiser alguma informação de uma pessoa deficiente, dirija-se diretamente a ela e não a seus acompanhantes ou intérpretes.
Sempre que quiser ajudar, ofereça ajuda. Sempre espere sua oferta ser aceita, antes de ajudar. Sempre pergunte a forma mais adequada para fazê-lo. Mas não se ofenda se seu oferecimento for recusado. Pois, nem sempre, as pessoas com deficiência precisam de auxílio. Às vezes, uma determinada atividade pode ser mais bem desenvolvida sem assistência.
Se você não se sentir confortável ou seguro para fazer alguma coisa solicitada por uma pessoa deficiente, sinta-se livre para recusar. Neste caso, seria conveniente procurar outra pessoa que possa ajudar.
As pessoas com deficiência são pessoas como você. Têm os mesmos direitos, os mesmos sentimentos, os mesmos receios, os mesmos sonhos.
Você não deve ter receio de fazer ou dizer alguma coisa errada. Aja com naturalidade e tudo vai dar certo. Se ocorrer alguma situação embaraçosa, uma boa dose de delicadeza, sinceridade e bom humor nunca falham.
 

Deficiência não é sinônimo nem de doença, nem de

infelicidade


Uma pessoa em cadeira de rodas não significa que seja

doente, e por isso trate-a normalmente, como alguém


saudável, que pode ser muito feliz.

Claro, se tiver brigado com a namorado ou estiver


gripada ou até mesmo na TPM, dificilmente estará de bom-humor. Mas é

bom deixar claro que é possível ser feliz, mesmo com o
inconveniente de se usar uma cadeira de rodas!


Da mesma forma que os andantes, as pessoas
 
portadoras de deficiências podem se apaixonar, ter

casos, relações, flertes, como qualquer pessoa que tem
 
sentimentos, sonhos e desejos, não só entre si mas com
 
pessoas andantes e vice-versa!
 
E, não custa lembrar, ser
 
cadeirante não significa que os filhos
 terão algum tipo de problema.

 
Não há um estereótipo

para o cadeirante. Quando

se lida com seres humanos,

deve-se estar pronto para

a diversidade. Assim, não

considere iguais todos aqueles

que vivem em uma cadeira de

rodas, pois cada um possui o

seu temperamento.
 
Você pode ter conhecido um cadeirante muito educado
 
e gentil e passar a considerar que todos sejam assim -
 
supor o contrário é bem pior!

Não é uma deficiência que faz alguém ”assim ou

assado”!
 
Alguns cadeirantes podem recusar qualquer tipo de
 
ajuda oferecida, enquanto outros podem ser tímidos para

pedir-lhe algum auxílio, esperando que você adivinhe

suas necessidades.