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domingo, 23 de maio de 2010

sonhos de gisa: ACESSIBILIDADE PLENA

sonhos de gisa: ACESSIBILIDADE PLENA

ACESSIBILIDADE PLENA






A acessibilidade é uma condição básica para a inclusão social das pessoas com deficiências ou que tenham necessidades especiais. Numa sociedade em que cada vez mais estamos utilizando modernas tecnologias de informação e de comunicação para estudarmos, informar-nos, trabalharmos e entreter-nos, acaba sendo prioritário para todos garantir a acessibilidade plena, inclusive para a Internet. De outra parte, ao projetar os espaços, os planejadores devem pensar em todas as condições de acessibilidade, sendo mais específicos os problemas de acessibilidade e utilização de equipamentos por parte das pessoas que usam cadeiras de rodas. Ao executar ou adaptar um projeto, seus construtores não podem deixar de considerar, por exemplo, condições antropométricas específicas destes usuários, já que a cadeira de rodas impõe limites à movimentação e também ao alcance manual e visual de seus usuários.


Eis algumas características das adaptações que devem ser feitas em edifícios, nos casos de instalações pré-existentes:
- As portas devem ter um mínimo de 0,80 m de vão livre.
- As portas devem ser de fácil abertura e as maçanetas devem ser do tipo alavanca.
- Deve existir uma área resistente ao impacto eventualmente provocado por bengalas e cadeiras de roda.
- Portas de áreas confinadas, tais como de banheiros, devem ter uma área livre de aproximação de 0,60 m.

A Lei Federal nº. 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dispõe sobre o atendimento e a acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, é muito clara até em certos pormenores.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

A SOCIEDADE QUE INCLUI E EXCLUI


"O homem nasce puro a sociedade é quem o corrompe", diz Rousseau. Para que a inclusão social das pessoas com deficiência
tenha êxito é necessário que as atitudes e que a visão
da sociedade mudem, bem como as das pessoas com
deficiência sobre si mesmas e sobre o mundo ao seu redor.
Todos devem agir e contribuir para o bem comum e
para a construção de uma sociedade inclusiva.

A sociedade inclusiva nada mais é do que a conseqüência
da visão social de um mundo democrático, onde se anseia
respeitar direitos e deveres. Nesta sociedade todos
são iguais e a limitação de um indivíduo não diminui
seus direitos. As pessoas com deficiência são cidadãos e
fazem parte da sociedade, e esta deve se preparar para
lidar com a diversidade humana.
A sociedade inclusiva tem como principal objetivo oferecer
oportunidades iguais para que cada pessoa seja
autônoma e auto-suficiente.

3.2 Mercado de trabalho

A inclusão de profissionais com deficiência nas empresas
tem aumentado a cada ano. Isto se deve pela criação da
Lei de Cotas e pela relevância e aumento dos programas
de Responsabilidade Social dentro das companhias. As
corporações que investem em Responsabilidade Social
e na contratação de pessoas com deficiência são conhecidas
como empresas inclusivas.


Acredita-se que o simples fato de dar-se um nome ou definição a essas pessoas com deficiências já seria uma forma de diferenciá-las e excluí-lás.


As pessoas que trabalham ou convivem com os portadores de necessidades especiais, são tratados como deuses, santos, como se o público que atendem fossem meros "vegetais", pessoas totalmente dependentes, o que não é verdade, eles têm vida e sentimentos próprios. Geralmente os voluntários, professores, pais, médicos são postos em pedestais, pelo fato de ajudarem essas pessoas. Ora, não se pode dispensar e desmerecer todos esses cuidados, mas a pessoa com deficiência precisa de uma atenção diferenciada da caritativa, de ajuda, assistencialista, afinal de contas ele não é uma pessoa "doente", "carente", etc. Eles apenas querem ser tratados e respeitados como qualquer pessoa comum.


O que acaba com a auto estima de uma pessoa é o desprezo, o olhar de indiferença, de piedade. Acredita-se que é isso que torna as pessoas mais infelizes e esses seres humanos especiais também um pouco mais tristes, apesar de toda força de vontade de viver que eles têm.

O preconceito e os pré-conceitos são os homens que criam e fantasiam. Na essência humana todos são bons, perfeitos. Os deficientes não precisam ser excluídos, segregados, normalizados, pois eles são pessoas capazes, inteligentes, pessoas de valor. O ser humano tem mania de diferenciar-se do que pra ele "não é normal, incomum", mas mal sabe ele que somos todos diferentes de alguma forma; é preferível e até mais cômodo chamar o outro de diferente, sendo assim somos classificados como normais. Mas até que ponto somos normais?

Pontua-se uma outra grande dificuldade que as pessoas sentem ao lidar com portadores de necessidades especiais; por mais que as pessoas tentam não ter preconceito, parece já estar intrínseca nelas a tendência a generalizar as limitações dessas pessoas e de minimizar seus potenciais, principalmente intelectuais. Eles geralmente são rotulados de incapazes. Como foi dito durante todo o trabalho, a luta é grande. A mudança de ambientes físicos, é o mais fácil, acesso a demais atendimentos não se torna tão difícil, o complicado é a mudança de atitude. O olhar de uma sociedade inclusiva deve ser um olhar intrínseco, egocêntrico em um primeiro momento.

Mas a evolução está acontecendo, é isso que encoraja todos a lutarem por mais igualdade de direitos e oportunidades. A deficiência já não é mais entendida como algum castigo, ou atribuição similar; ela está sendo vista como uma condição humana; e como seres humanos eles têm de ter seus direitos respeitados e devem cumprir seus deveres também. Muitos mitos estão sendo destruídos, valores estão sendo revelados. As próprias pessoas com deficiências já não estão mais aceitando serem mal tratadas ou serem menosprezadas.

De acordo com Carvalho,1997:

"Ultimamente, os mitos começam a ser derrubados. Os portadores de deficiência começam a acreditar mais em si mesmos e a lutar em causa própria. Do respeito às diferenças passou-se ao direito de tê-las. Mais importante do que respeitar as diferenças tem sido encontrar as afinidades e as similaridades entre valores, expectativas, desejos, gostos e convicções - também tão comuns entre os seres humanos..."

Deve-se denunciar todo e qualquer abuso ou mal trato com as pessoas com deficiências. A consciência da sociedade deve estar pautada no princípio de que todos somos especiais. Todos possuem alguma dificuldade, mas também diversas habilidades e assim são todas as pessoas. Cada ser humano é especial porque é único no mundo. A vida em comunidade só pode ser agradável a todos quando se reconhece e se respeita os talentos de cada um. Cada ser humano é uma pessoa nova, maravilhosa.

Constata-se que a grande solução é a seguinte: deve-se tentar enxergar as coisas, as pessoas, ... enfim, a vida com os olhos do coração, pois quando se faz as coisas partindo de dentro e com vontade a tendência é que as situações se resolvam mais facilmente.

A sociedade está doente, pois ainda não inclui totalmente todas as pessoas, o remédio consiste em querer mudar. Eu quero e você também quer? Faça a sua parte! Faça a diferença!

Inclusão: a maior arma contra a exclusão e a segregação. Inclusão já!
Foi essa sociedade mesquinha a qual se vivia e ainda vive-se que criou rótulos, padrões de beleza, estética, comportamentos. Mas é também essa mesma sociedade, que tenta a cada dia mais, derrubar as barreiras que ela mesma criou, buscando-se uma comunidade realmente inclusiva.

Pontua-se uma outra grande dificuldade que as pessoas sentem ao lidar com portadores de necessidades especiais; por mais que as pessoas tentam não ter preconceito, parece já estar intrínseca nelas a tendência a generalizar as limitações dessas pessoas e de minimizar seus potenciais, principalmente intelectuais. Eles geralmente são rotulados de incapazes. Como foi dito durante todo o trabalho, a luta é grande. A mudança de ambientes físicos, é o mais fácil, acesso a demais atendimentos não se torna tão difícil, o complicado é a mudança de atitude. O olhar de uma sociedade inclusiva deve ser um olhar intrínseco, egocêntrico em um primeiro momento.

Mas a evolução está acontecendo, é isso que encoraja todos a lutarem por mais igualdade de direitos e oportunidades. A deficiência já não é mais entendida como algum castigo, ou atribuição similar; ela está sendo vista como uma condição humana; e como seres humanos eles têm de ter seus direitos respeitados e devem cumprir seus deveres também. Muitos mitos estão sendo destruídos, valores estão sendo revelados. As próprias pessoas com deficiências já não estão mais aceitando serem mal tratadas ou serem menosprezadas.

De acordo com Carvalho,1997:

"Ultimamente, os mitos começam a ser derrubados. Os portadores de deficiência começam a acreditar mais em si mesmos e a lutar em causa própria. Do respeito às diferenças passou-se ao direito de tê-las. Mais importante do que respeitar as diferenças tem sido encontrar as afinidades e as similaridades entre valores, expectativas, desejos, gostos e convicções - também tão comuns entre os seres humanos..."

Deve-se denunciar todo e qualquer abuso ou mal trato com as pessoas com deficiências. A consciência da sociedade deve estar pautada no princípio de que todos somos especiais. Todos possuem alguma dificuldade, mas também diversas habilidades e assim são todas as pessoas. Cada ser humano é especial porque é único no mundo. A vida em comunidade só pode ser agradável a todos quando se reconhece e se respeita os talentos de cada um. Cada ser humano é uma pessoa nova, maravilhosa.

Constata-se que a grande solução é a seguinte: deve-se tentar enxergar as coisas, as pessoas, ... enfim, a vida com os olhos do coração, pois quando se faz as coisas partindo de dentro e com vontade a tendência é que as situações se resolvam mais facilmente.

A sociedade está doente, pois ainda não inclui totalmente todas as pessoas, o remédio consiste em querer mudar. Eu quero e você também quer? Faça a sua parte! Faça a diferença!

Inclusão: a maior arma contra a exclusão e a segregação. Inclusão já!